Refletindo sobre motivação


22Hoje escolhemos escrever sobre motivação. Primeiro procurei saber qual a definição dessa palavra e descobri que é um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos. Então observei que a definição tem dois elementos importantes: impulso e objetivo. O impulso seria um aspecto intrínseco, relacionado a vontade de realizar algo, e o objetivo aquilo que queremos alcançar.

Acredito que a maioria das pessoas não sistematizam e levam esse conceito para a prática, apenas vivenciam de forma espontânea, salvo algumas poucas exceções. Eu sou uma delas.

Tratando das minhas experiências, posso dizer que as motivações espontâneas acontecem a partir da execução de pequenos projetos, que são a maioria, e necessitam do emprego mínimo energia, mas que proporcionam as (várias) doses de satisfação necessárias para nos manter em equilíbrio e emocionalmente em harmonia.

A outra opção, as exceções, é quando agregamos motivo e sistematização para atingir um objetivo. Normalmente isso acontece quando os projetos são de maior envergadura, somente alcançável a médio ou longo prazo, que necessita de um planejamento para conseguir realizar. Também é algo que demanda bastante empenho, tempo e na maioria das vezes o emprego de algum tipo de capital. Confesso que para esses projetos minha motivação passa a ser obsessiva, durmo e acordo (até sonho) pensando nos meios para alcançar os fins.

Sendo mais uma vez autorreferente, percebo que quando estou motivado da maneira que descrevi primeiro, é muito difícil eu não conseguir o que quero, pois sou persistente e insisto até conseguir um resultado no mínimo ótimo. Já na segunda situação, utilizo mecanismos defensivos: somente me motivo quando percebo ter possibilidades razoáveis de planejar e alcançar os objetivos desejados, se não for assim nem tento. Sou despreparado para lidar com frustrações.

Mas a partir dessa dicotomia entre nos motivarmos de maneira sistematizada ou espontânea, acredito não seria nem um pouco salutar vivermos preocupados, planejando tudo e sempre na expectativa dos resultados. Assim como não seria interessantes adotarmos filosofias como “Deus proverá” ou “deixe a vida nos levar…”. Invariavelmente o melhor é o caminho do equilíbrio.

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