30 dias


20Definitivamente não sei o que faria nesses últimos 30 dias. Situações reais são diferentes daquelas que a gente prevê. Partindo do suposto que somente eu viveria um mês, imagino que não faria nada de diferente, não há porquê. É interessante analisar que, efetivamente, esse período poderia ser até uma garantia de vida, pois nada impede que a qualquer momentos possamos morrer. Quem disse que eu tenho 30 dias de vida? Pensando bem… talvez, como uma ato de despedida silenciosa, eu gostaria de encontrar com algumas pessoas, dizer a importância que tiveram na minha vida, lembrar de alguns momentos felizes e rir muito. Sem demonstrar tristeza ou manifestação de saudade. Refletindo aqui, talvez fosse interessante fazermos exatamente isso, independente de 30 dias ou 30 anos.

Imagino que nem todos pensam ou agiriam como descrevi, diante dessa situação. Vejo as pessoas muito saudosas, excessivamente apegadas a um mundo que não pertence a elas e ansiosas, quando falamos sobre esse assunto. Hella, minha amiga, sofre ao imaginar que ao morrer ninguém estará presente em seu velório, dá para acreditar?

Como diz Raul Seixas… morte, morte, morte que talvez seja o segredo dessa vida!

Mas só sei de uma coisas: não adianta vivermos pensando na finitude, mesmo que ela seja iminente, definitivamente.

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